29 de maio de 2012
Por que estudar Filosofia?
Os jovens na escola sempre perguntam porque que eles têm que estudar filosofia se isso não irá acrescentar nada de bom nas suas vidas, mas o objetivo de estudar filosofia é de ter uma consciência mais critica.
Estar buscando o sentido da vida e também a pensar observando os dois pontos de uma questão, a filosofia consiste em você estar buscando a verdade e também no desvelar das coisas, no questionamento fundamentado no pensamento racional.
Para quem estuda é filosofia é estar buscando uma mente critica sobre toda a realidade que está a sua volta.
Aprender Filosofia é aprender a olhar o mundo e os fatos com mais cuidado e mais responsabilidade, procurando analisar os seus porquês. Aprender Filosofia é aprender a analisar o comportamento social com mais abrangência, procurando compreender as atitudes das pessoas e dos grupos para poder interferir no momento certo e da forma mais acertada, para alcançar os seus objetivos.
O caminho é simples e prático. Observe a criança, sua natural curiosidade e sua verdadeira criatividade. Embora ela, além de amor, precise de limites para o entendimento das regras sociais e o despertar do necessário instinto da conquista, ela não deveria ser tolhida em sua curiosidade nem em sua criatividade.
Se adotarmos esse modelo para nós mesmos, veremos que os limites são os éticos, que devemos estar sempre dispostos a adotar, mas curiosidade, exercício do questionamento, análise neutra dos fatos e criatividade devem ser incentivadas a cada instante, já que é a única forma de crescermos intelectual e emocionalmente e afastarmos o fantasma da mediocridade.
19 de maio de 2012
1 de maio de 2012
A natureza da criatividade
Do filme "The Fountainhead" (1949). Discurso de Howard Roark.
27 de abril de 2012
Tecnologia Educativa em Portugal: Conceito, origens, evolução, áreas de intervenção e investigação
Para aceder ao texto clique no seguinte link:
https://docs.google.com/document/pub?id=1MtJLmv_eZRFyO_fzQ7Jo09kBSuqlpzOEm7S8Yb_2dg4
23 de abril de 2012
Tecnologia e Educação
A continua evolução e transformação tecnológica à escala global, tem influenciado as relações sociais. Neste contexto a escola, ambiente onde se constrói a educação formal, e como tal um ambiente de natureza social começa a refletir sobre a influência das novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem. assim a escola vai-se apropriando do uso técnico dos recurssos tecnológicos pensando na forma metodológica para o ensino e torná-la mais adequada a esse contexto social. Neste sentido, surge a tecnologia educacional, como área de conhecimento em que a tecnologia se submete aos objetivos educacionais, procurando auxiliar no processo ensino/aprendizagem de modo a proporcionar formas adequadas de utilizar os recursos tecnológicos na educação. Desta forma, as tecnologia educacionais deixam de ser encaradas como meras ferramentas que tornam mais eficiêntes e eficazes as aulas, passando a ser encaradas como elementos estruturantes de um modo de pensar a educação. Deste modo, o seu uso e a sua importância para o ensino estão relacionados a aspetos, tais como: formação, envolvimento e compromisso de todos que atuam no processo educacional.
22 de abril de 2012
Lugares habitados
"George Sand diz que se pode classificar os homens segundo seu anseio de viver numa choupana ou num palácio. Mas a questão é mais complexa: quem tem um palácio sonha com uma choupana, quem tem uma choupana sonha com um palácio. Ou melhor, cada um de nós tem suas horas de choupana e suas horas de palácio. Descemos para morar perto da terra, no chão da choupana; e depois, em alguns castelos de Espanha, gostaríamos de dominar o horizonte. E quando a leitura nos ofereceu tantos lugares habitados, sabemos fazer repercutir em nós a dialética da choupana e do castelo."
BACHELARD, Gaston. (1989). A Poética do Espaço. Livraria Martins Fontes Editora, p.76
19 de abril de 2012
Faculdade de Filosofia como «A Escola de Braga»
«Escola de Braga. A
correspondência com Delfim Santos» é o nome do mais recente livro
editado pelas Publicações da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica
Portuguesa.
Preparado por José António Alves e Filipe Santos, este livro invoca a Faculdade de Filosofia de Braga (FacFil) e a importância que essa desempenha no âmbito cultural português. A obra reúne cartas de alguns jesuítas, fundadores da FacFil, com Delfim Santos, um dos grandes filósofos portugueses do século XX, demonstrando a partir daí o papel da FacFil no renascimento da Filosofia em Portugal.
Preparado por José António Alves e Filipe Santos, este livro invoca a Faculdade de Filosofia de Braga (FacFil) e a importância que essa desempenha no âmbito cultural português. A obra reúne cartas de alguns jesuítas, fundadores da FacFil, com Delfim Santos, um dos grandes filósofos portugueses do século XX, demonstrando a partir daí o papel da FacFil no renascimento da Filosofia em Portugal.
I Colóquio Filosofia e Ensino da Filosofia
I COLÓQUIO
FILOSOFIA E ENSINO DA FILOSOFIA.
TRADIÇÃO E DESAFIOS PARA O FUTURO
Universidade do Minho, 7 de Maio de 2012
PROGRAMA
Manhã
9.00 h – Receção dos Participantes
9.30 h – Sessão de Abertura
Professor Doutor Leandro Almeida (Presidente do Instituto de Educação da Universidade do Minho)
Professor Doutor Carlos Estevão (Director dos Mestrados do Instituto de Educação)
Doutor Artur Manso (Coordenador do Mestrado de Ensino de Filosofia no Ensino Secundário)
9.45h – 1ª Sessão .
Luisa Nogueira – Ensino da Filosofia nos Liceus. Que Ensino? Que Filosofia?
Alexandre Franco Sá – Filosofia e Ensino da Filosofia
Artur Manso - Da Utilidade das Coisas Inúteis ou porque se deve ensinar Filosofia no Ensino Secundário
11.00 h – Pausa para café
11.15h – IIª Sessão
João Boavida – Pensamento e conhecimento em Filosofia
Paula Cristina Pereira – Filosofia e Espaço Público. O lugar da filosofia na cidade contemporânea
Custódia Martins – A Filosofia e a Arte de Pensar
12.30 h – Pausa para almoço
Tarde
14.30 h – IIIª Sessão
Conceição Moreira – O papel do Texto no Ensino da Filosofia
Artur Polónio – Manuais de Filosofia no Ensino Secundário: Para Quê?
João Mendes – Problemas de consciência: reflexões sobre a deontologia da profissão docente
15.45 – pausa para café
16.00h – IVª Sessão
José António Alves – O Ensino da Filosofia na Universidade Portuguesa: 1930 a 1957
Manuel Curado – A Área do Pensamento Crítico no Ensino da Filosofia
17.30 h - Sessão de Encerramento
Comissão Científica
Professor Doutor Carlos Estevão
Professora Doutora Laurinda Leite
Professor Doutor Alberto Filipe Araújo
Professor Doutor Manuel Gama
Professor Doutor Fernando Machado
Comissão Organizadora
Doutor Artur Manso
Doutor Manuel Curado
Doutora Custódia Martins
Local
Instituto de Educação - Anfiteatro Multimédia
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